quinta-feira, 24 de junho de 2010

Antônio Poteiro

Natural de Santa Cristina Da Pousa - Província do Minho, Portugal - Antônio Poteiro é um autodidata, e vem realizando desde 1976, exposições individuais e coletivas, no Brasil e no Exterior.

Nome: Antônio Batista de Souza
Naturalidade: Santa Cristina Da Pousa, Província do Minho, Portugal
Filiação: Américo Batista de Souza e Carolina Camargo de Souza
Nascido em : 10 de outubro de 1925

Atualmente Antônio Poteiro reside em Goiânia, capital do Estado de Goiás, onde localiza-se o seu Atelier.
Rua c-134 - Quadra 275 - Lote 04 Jardim América
CEP: 74.255-480
Fone: (62) 3286-1717 / Fax: (62) 3286-1121
Goiânia - Goiás
Brasil


Atividade:
1)pesquisem sobre as pinturas realizadas por antonio poteiro.
2)escolha uma dessas pinturas e realizem um comentario.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

visitar museus

visite o link acima e confira a programação para o mẽs de setembro e agende neste blog o dia da sua visita.
Estado e herdeiros discutem como lidar com acervos de artistas plásticos
Publicada em 20/10/2009 às 09h29m
Alessanda Duarte, André Miranda, Leonardo Lichote e Rodrigo Fonseca



RIO - O fogo que destruiu parte do acervo de Hélio Oiticica (1937-1980) dispara o alarme para um problema que afeta as obras de artistas brasileiros já mortos: como Estado e herdeiros lidam com a conservação de seus trabalhos. O incêndio que atingiu cerca de 90% da obra de Oiticica, na noite da última sexta-feira, ocorreu na casa da família, no Jardim Botânico, onde as peças estavam guardadas e sem seguro. A situação é semelhante à de outros acervos de importantes artistas do Rio.
Assista a vídeo da mostra 'Helio Oiticica: Penetráveis'
Veja fotos de obras de Hélio Oiticica
Coincidentemente, Paula Pape, filha de Lygia Pape (1927-2004), é vizinha da residência em que se encontrava a obra de Oiticica. Ela estava em casa quando o incêndio começou e foi uma das pessoas que ligaram para o Corpo de Bombeiros pedindo ajuda.
- Quando acontece isso com uma família, a tendência é que se crucifiquem todas as outras. Mas não é bem assim. O que ocorreu foi uma tragédia. Mas é preciso trabalhar para minimizar essas possibilidades.
No caso de Lygia Pape, seu acervo está guardado numa casa no Cosme Velho. De acordo com Paula, o local foi preparado especialmente para receber as obras da artista. Mas também não há seguro.
" Quando acontece isso com uma família, a tendência é que se crucifiquem todas as outras. Mas não é bem assim. O que ocorreu foi uma tragédia. Mas é preciso trabalhar para minimizar essas possibilidades "

- Quando se tem um encargo como esse, é preciso estar bem preparado. A casa em que guardamos os trabalhos da Lygia foi feita para isso. Não adaptamos uma casa para receber seu acervo. Ainda não temos seguro porque a obra está em inventário de partilha. Só depois seria feito um seguro - diz Paula. - No incêndio de sexta-feira, acho que tanto a família quanto o Estado falharam. A prefeitura procurou a família do Oiticica, mas eles não quiseram ajuda porque o Centro Hélio Oiticica teria goteiras. Ou seja: ou era o fogo ou era a água. No caso da Lygia, nunca fomos procurados pelo Estado.
A opinião sobre uma responsabilidade conjunta entre família e Estado para a perda dos trabalhos de Oiticica é compartilhada pelo artista plástico carioca Daniel Senise:
Estado e herdeiros discutem como lidar com acervos de artistas plásticos
Publicada em 20/10/2009 às 09h29m
Alessanda Duarte, André Miranda, Leonardo Lichote e Rodrigo Fonseca



RIO - O fogo que destruiu parte do acervo de Hélio Oiticica (1937-1980) dispara o alarme para um problema que afeta as obras de artistas brasileiros já mortos: como Estado e herdeiros lidam com a conservação de seus trabalhos. O incêndio que atingiu cerca de 90% da obra de Oiticica, na noite da última sexta-feira, ocorreu na casa da família, no Jardim Botânico, onde as peças estavam guardadas e sem seguro. A situação é semelhante à de outros acervos de importantes artistas do Rio.
Assista a vídeo da mostra 'Helio Oiticica: Penetráveis'
Veja fotos de obras de Hélio Oiticica
Coincidentemente, Paula Pape, filha de Lygia Pape (1927-2004), é vizinha da residência em que se encontrava a obra de Oiticica. Ela estava em casa quando o incêndio começou e foi uma das pessoas que ligaram para o Corpo de Bombeiros pedindo ajuda.
- Quando acontece isso com uma família, a tendência é que se crucifiquem todas as outras. Mas não é bem assim. O que ocorreu foi uma tragédia. Mas é preciso trabalhar para minimizar essas possibilidades.
No caso de Lygia Pape, seu acervo está guardado numa casa no Cosme Velho. De acordo com Paula, o local foi preparado especialmente para receber as obras da artista. Mas também não há seguro.
" Quando acontece isso com uma família, a tendência é que se crucifiquem todas as outras. Mas não é bem assim. O que ocorreu foi uma tragédia. Mas é preciso trabalhar para minimizar essas possibilidades "

- Quando se tem um encargo como esse, é preciso estar bem preparado. A casa em que guardamos os trabalhos da Lygia foi feita para isso. Não adaptamos uma casa para receber seu acervo. Ainda não temos seguro porque a obra está em inventário de partilha. Só depois seria feito um seguro - diz Paula. - No incêndio de sexta-feira, acho que tanto a família quanto o Estado falharam. A prefeitura procurou a família do Oiticica, mas eles não quiseram ajuda porque o Centro Hélio Oiticica teria goteiras. Ou seja: ou era o fogo ou era a água. No caso da Lygia, nunca fomos procurados pelo Estado.
A opinião sobre uma responsabilidade conjunta entre família e Estado para a perda dos trabalhos de Oiticica é compartilhada pelo artista plástico carioca Daniel Senise: